OS MILAGRES

 SANTA PAULINA – PROTETORA DOS ENFERMOS  E DOS DOENTES COM CANCER
 

OS MILAGRES POR INTERCESSAO DE SANTA PAULINA

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Eluíza Rosa de Souza, moradora da cidade de Imbituba, no Sul de Santa Catarina, em 1966, então com 24 anos e quatro filhos, engravidou depois de sofrer dois abortos. O médico, Dr. Aires Antônio de Souza, aconselhou a mulher a fazer uma transfusão, mas Eluíza contrariou a recomendação. No sétimo mês de gestação, percebeu que sua barriga parara de crescer. Aos nove meses de gravidez, recebeu a notícia de que o feto estava morto havia pelo menos três meses e seria necessário realizar uma curetagem. A cirurgia durou cerca de 16 horas e após o término a paciente teve um grave processo hemorrágico. Sofreu parada cardíaca, ficou sem pulso e sem pressão arterial. O médico de Eluíza, reuniu a família e informou que o quadro clínico era irreversível. “Quando eu já estava desenganada por dois médicos, as freiras do hospital invocaram madre Paulina e colocaram sobre o meu peito uma imagem dela”, recorda Eluiza. “Madre Paulina intercedeu por mim e me curou.” Inexplicavelmente, ela começou a apresentar sinais de vida. Recuperou o batimento cardíaco, a hemorragia cessou, e a enferma passou a um quadro clínico estável.Dr. Aires, estava mais do que surpreso. Em menos de 72 horas do diagnóstico de coma profundo, inclusive recomendando a extrema-unção, a paciente estava sentada na cama e conversando tranquilamente com seu marido. “Foi um milagre. Não existe outra explicação”, afirma Dona Eluiza. “Eu não me lembro de nada, tudo o que aconteceu foi me contado pelas freiras e pelo Dr. Aires.

 Eluiza continua morando em Imbituba. Viúva, vive com um de seus seis filhos. Perdeu as contas de quantas vezes se submeteu a exames médicos e entrevistas até que sua cura convencesse o Vaticano a beatificar madre Paulina, em outubro de 1991. “O processo durou 24 anos, mas, durante todo esse tempo, sempre acreditei que madre Paulina era santa”, garante Eluiza. “Eu não podia pensar diferente depois do que ela fez comigo. Eu era uma pessoa de saúde fraca, anêmica, que toda hora estava no médico. Isso acabou em 1966.” 

A cura de Eluiza Rosa de Souza, foi reconhecida em 1989 pelo Vaticano, como o primeiro milagre de Santa Paulina.

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  bruna

“A avó de Iza Bruna de Souza, Zaira Vieira, estava apreensiva com o parto da sua filha Mabel Vieira de Souza, que na época tinha apenas 17 anos. Seria a primeira neta. Toda proteção se fazia necessária.

Quando o Papa João Paulo II veio ao Brasil pela segunda vez em 1991, Iza Bruna ainda estava na barriga da mãe. Zaira, sua avó, assistindo pela televisão o ato de beatificação de Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, ficou maravilhada com a história de Madre Paulina. Tornou-se sua devota e entregou o destino da neta à relilgiosa. Vendo tanta devoção, o esposo de Zaira comprou uma revista que continha um poster da então Madre Paulina. Ela recortou a imagem e colou num papelão..

A devoção foi tanta que, na hora do parto, sua filha Mabel levou a imagem de madre Paulina. Não adiantou. Iza Bruna nasceu com meninge-encefalloce, uma bolha atrás da cabeça que se formou com o liquido que corre da medula para a espinha.

Considerada clinicamente morta, Iza Bruna é fruto de um milagre, segundo a Igreja Católica. Esse milagre começou a se concretizar na hora que chamaram o padre Alécio Azevedo para fazer o batismo da menina. Ela não poderia morrer pagã.

Padre Alécio Azevedo não era um religioso qualquer. Celebrava missa na capela erguida em homenagem à madre Paulina em São Paulo. Na hora em que foi chamado para fazer o batismo estava cuidando da horta da residência dos padres ao lado o Hospital Santa Juliana. Mas foi a água benta atirada sobre a cabeça de Iza que operou o milagre.

Padre Alécio, permaneceu no Acre apenas um ano, mas levou a história para ser contada fora do Estado.

“Ele pediu para todo mundo sair do quarto. Mas, na hora que começou a fazer as orações, viu que a Iza começou a se debater. Pensei que tinha sido a famosa melhora do doente antes de morrer. Mas, graças a Deus, minha filha tinha voltado à vida”, conta a mãe de Iza emocionada..

No momento em que fazia as orações, o padre percebeu uma imagem de madre Paulina ao lado da cama do hospital. Descobriu que a família era devota de religiosa e profetizou: “Essa menina vai levar madre Paulina à canonização”.

Na hora do batismo de Iza Bruna Vieira de Souza, o seu cérebro já estava ficando necrosado. O Padre comentou com a familia que Santa Catarina era a terra da beata milagreira,  e propôs que todos rezassem para que ela intercedesse pela recém-nascida. Após cerca de 20 minutos, a criança começou a mostrar os primeiros sinais de recuperação. Depois de quatro dias, os médicos que não acreditavam na possibilidade de salvação, operaram Iza Bruna.

A profecia de Padre Alécio se concretizou. O processo de recuperação de Iza Bruna foi acompanhado de perto pelo Vaticano. Todos os exames feitos eram encaminhados a Roma. Foram dez anos de espera. Até que em 19 de maio de 2002 Iza Bruna e João Paulo II se encontraram. Ele oficializou a canonização de madre Paulina – considerada a primeira santa brasileira, apesar de ter nascido na Itália.

Iza Bruna não tem vocação religiosa, pois quer ser Advogada e declarou: “O papa ficará marcado em mim para o resto da vida”

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